Correr riscos ou paralisar com os medos?


Fonte: Jornal do Empreendedor

Quem nunca se sentiu paralisado diante de escolhas que precisava fazer? Pois então! Amy Moran em seu livro “13 coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem” retrata, no capítulo 6, justamente dos elementos envolvidos nesse processo.

Quantas vezes abrimos mão de nosso sonho ou de algum projeto pessoal, profissional por sentir medo? Como correr os riscos que envolvem nossas decisões? O medo está presente em nossas decisões – e é natural senti-lo. Contudo, há em nós uma tendência em transformar isso em algo grandioso. “A falta de conhecimento sobre como calcular riscos leva ao aumento do medo. E temer o risco muitas vezes nos leva a simplesmente evitá-los”, afirma Amy Morin. E com essa evitação, essa fuga do medo, também desaparecem nossos sonhos ou projetos.

É comum basearmos nossas decisões em emoções, esquecendo os aspectos lógicos do problema ou situação. Quanto maior o medo, acreditamos maiores serão os riscos. Nem sempre isso é verdade. Basear nossas decisões em nossas emoções ou hábitos pode nos levar a cometer erros, pois não paramos para calcular os riscos de maneira lógica e racional. Por exemplo, diante de alguns modelos de negócios é preciso calcular os riscos na abertura da empresa, contratação de funcionários, marketing e posicionamento de mercado. Mesmo que o negócio seja o maior sonho de nossas vidas, levar em considerar esses aspectos pode reduzir nossos prejuízos e futuros problemas. Não basta ter uma grande paixão nesse caso.

Contudo, “se assumíssemos apenas riscos que nos deixam confortáveis, provavelmente perderíamos grandes oportunidades. Assumir riscos calculados determina a diferença entre uma vida medíocre e uma vida extraordinária”, conclui Amy Morin. Que não somos bons em calcular os riscos é um fato comprovado, mas isso pode ser aprendido.

Eis alguns fatores que precisamos considerar:

  1. Tornar-se consciente das suas reações emocionais ao assumir riscos.
  2. Identificar que tipos de riscos são particularmente desafiadores.
  3. Reconhecer pensamentos irracionais que influenciam sua tomada de decisão.
  4. Informar-se sobre os fatos.
  5. Dedicar algum tempo para calcular cada risco antes de decidir assumi-lo ou não.
  6. Praticar assumir riscos e monitorar os resultados para poder aprender com cada um deles.

Evite as seguintes situações:

  1. Basear suas decisões sobre risco em seus sentimentos.
  2. Evitar os tipos de risco que lhe causam mais medo.
  3. Permitir que pensamentos irracionais influenciem sua predisposição a tentar algo novo.
  4. Ignorar os fatos ou não se esforçar para aprender mais quando não tiver as informações de que precisa para fazer a melhor escolha.
  5. Reagir impulsivamente sem dedicar algum tempo a analisar o risco.
  6. Se recusar a assumir riscos que lhe causem desconforto.

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