13 hábitos que podem mudar sua vida!


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Fonte: Google.

Semana passada, comecei a ler um livro interessante: “13 coisas que pessoas mentalmente fortes não fazem”, de Amy Morin, disponível na Amazon. Psicóloga, passou por situações como perdas, luto e recomeços em sua vida que a levaram a refletir sobre atitudes que observou que algumas pessoas não tinham. É um livro de leitura fácil, mas com propostas simples para o cotidiano que podem transformar nossa forma de nos posicionar diante das situações da vida.

Por isso, decidi trazer a cada segunda-feira um resumo das atitudes descritas no livro.

O primeiro passo é definir o que é “força mental”: não, não estamos falando dos X-Men, ou algum filme de pessoas superdotados com poderes extraordinários. Muitos menos de seres místicos que habitam em nós ou fora de nós que possam vir ao nosso auxílio.

A verdade inicial é que todos possuem alguma força mental, em algum determinado momento para determinada situação. Ninguém é forte o tempo inteiro, mas o que se visa é desenvolver as habilidades para lidar com as mais diversas situações de forma a integrá-las positivamente em nossas vidas. Por isso, podemos dizer que força mental, é a capacidade de lidar, manejar e nos organizarmos com as situações que acontecem conosco. Viu? Não é superpoder. É habilidade. Por isso, podemo treinar, aprender, desenvolver.

A base da força mental é aprender a lidar, manejar as situações de forma mais realista, usando de modo ponderado a razão e as emoções. Pois nós, seres humanos, somos dotados de razão e emoção. Para isso, é preciso “aprender como seus pensamentos, comportamentos e sentimentos estão entrelaçados”, isto é, agindo junto, de modo organizado – às vezes, desorganizado mesmo. Para isso, o autoconhecimento é fundamental. Não se trata de ser durão, forte, uma pedra, mas conhecer como as situações podem nos afetar, como alguns pensamentos e emoções influenciam nossas decisões, como reagimos em determinadas ocasiões. É preciso desenvolver uma autopercepção. Estar atento a si mesmo.

A primeira pergunta que podemos fazer: você se conhece? Você se reconhece nos resultados das suas decisões, atitudes? Quanto de tudo isso é conhecido por você? O quanto você pode melhorar o seu autoconhecimento?

Na próxima semana, trarei o resumo de uma atitude que muito prejudica nosso crescimento e nossas relações: a autopiedade.

 

Romilto Lopes

Psicólogo CRP 20/07209

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